Curso de Administração da Faculdade Maurício de Nassau de Natal lança cursos de Extensão

9 de Março de 2010, 18:40 | — Tags: — samar

O curso de Administração da Faculdade Maurício de Nassau de Natal lança vários cursos de Extensão para alunos e sociedade em geral. Alguns dos cursos ofertados: Fundamentos do Marketing, Gestão de Pessoas, Emprrendedorismo na Pequena e Média Empresa, Ambiente da Qualidade, Como Falar em Público e Realizar Apresentações Eficazes, Técnicas de Vendas e Atendimento, Comunicação Empresarial, Técnicas de Negociação, Motivação e Liderança, entre outors

As inscrições podem ser feitas no site da Faculdade (www.mauriciodenassau.edu.br) no campus da instituição ou pelo telefone 84 3344 7800


Datas das Reuniões com os Representantes de turmas 2010.1

9 de Março de 2010, 15:53 | — Rafaela

MÊS

DATA

MARÇO

10

ABRIL

13

MAIO

18

 

 

 

 

 

 

 

 

HORÁRIO:

 

Turmas da manhã: 8h

 

Turmas da noite: 17h

 


DATAS DE ENTREGA DOS TCC - 2010.1

1 de Março de 2010, 14:44 | — Rafaela

DATAS

TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

2010.1

 

 

 

Atividade

 

Datas

Entrega do formulário na coordenação

 

08 de Março

Entrega da 1ª parte do TCC

 

01 de Abril   (ao orientador)

(Tema, problema, objetivos)

Entrega da versão I

 

28 de Abril   (ao orientador)

Entrega da versão II

 

18 de Maio   (ao orientador)

Entrega da ultima versão p/ correção final

31 de Maio (ao orientador)

Entrega da versão final para deposito;

 

04 de Junho (três vias impressas encadernadas + CD (Arquivos em PDF, Word ou similar, * para averiguação)

 

 

 

 

 

  • É fator componente da nota o cumprimento dos prazos por parte do aluno orientando.

 


a Era do Administrador

2 de Fevereiro de 2010, 16:53 | — samar

Porque os Estados Unidos são o país mais bem-sucedido do mundo? Porque são um país que resolveu o problema da miséria e da estagnação econômica, ao contrário do Brasil?

 

O segredo americano, e que você jamais encontrará em nenhum livro de economia, é que os Estados Unidos são um país bem administrado, um país administrado por profissionais.

Dezenove por cento dos graduados de universidades americanas são formados em administração. Administração é a profissão mais freqüente, e portanto a que dá o tom ao resto da nação.

 

Infelizmente, o Brasil nunca foi bem administrado. Sempre fomos administrados por profissionais de outras áreas, desde nossas empresas até o governo. Até recentemente, tínhamos somente quatro cursos de pós-graduação em administração, um absurdo!

 

De 1832 a 1964 a profissão mais freqüente no Brasil era a de advogado, e foi essa a profissão que exerceu a maior influência no país, tanto que nos deu a maioria de nossos presidentes até 1964. A revolução de 1964 acabou com a era do advogado e a legalidade, e tivemos a era do economista, que perdura até hoje.

 

Nos próximos dez anos isso lentamente mudará. O Brasil já tem 2.300 cursos de administração, contra 350 em 1994. Estamos logo depois dos Estados Unidos e da Índia.

 

Administração já é hoje a profissão mais freqüente deste país, com 18% dos formandos. Antes, nossos gênios escolhiam medicina, direito e engenharia. Agora escolhem medicina, administração e direito, nessa ordem.

 

Há dez anos tínhamos apenas 200.000 administradores, e só 5% das empresas contavam com um profissional para tocá-las. O resto era dirigido por ‘empresários’ que aprendiam administração no tapa. Por isso, até hoje 50% das empresas brasileiras quebram nos dois primeiros anos e metade de nosso capital inicial vira pó.

 

O que o aumento da participação dos administradores na gestão das empresas significará para o Brasil? Uma nova era muito promissora. Finalmente seremos administrados por profissionais, e não por amadores. Daqui para frente, 75% das empresas não quebrarão nos primeiros quatro anos de vida, e nossos investimentos gerarão empregos, e não falências.

 

Em 2010, teremos 2 milhões de administradores formados, e se cada um empregar vinte pessoas haverá 40 milhões de empregos novos. Será o fim da exclusão social.

 

Administradores nunca foram ouvidos por políticos e deputados, nem concorriam a cargos políticos. Em 2010, é muito provável que teremos nosso primeiro presidente da República formado em administração. Por incrível que pareça, nunca tivemos um executivo no Executivo.

 

Muitos de nossos ministros e governantes aprendiam administração no próprio cargo, errando a um custo social imenso para a nação. Foi-se o tempo em que o mundo era simples e não havia necessidade de ter um curso de administração para ser um bom administrador.

 

Em 2006, o candidato da oposição que demonstrar boa capacidade gerencial será um forte candidato à sucessão de Lula. João Paulo Cunha, do PT, já o alertou de que, “se houver um bom administrador, ele conquistará o eleitorado da periferia”.

 

Não quero exagerar a importância dos administradores, mas somente lembrar que eles são o elo que faltava. Ordem não gera progresso, estabilidade econômica não gera crescimento de forma espontânea, sempre há a necessidade de um catalisador.

 

Não será uma transição fácil, pois as classes dominantes não aceitam dividir o poder que têm. Há muita gente interessada em manter essa bagunça e desorganização, como vivem denunciando Luiz Nassif, Arnaldo Jabor, e José Simão. Gente que é contra a supervisão, eficiência e organização.

 

Administradores têm pouco espaço na imprensa para defender suas idéias e soluções. Em pleno século XXI, sou um dos raros administradores com uma coluna na grande imprensa brasileira, e mesmo assim mensal. Peter Drucker há quarenta anos tem uma coluna semanal em dezenas de jornais americanos, ele e mais trinta gurus da administração.

 

Administradores têm outra forma de encarar o mundo. Eles lutam para criar riqueza que ainda não temos. Economistas e intelectuais lutam para discutir a pouca riqueza que conseguimos criar, o que só tem gerado mais impostos e mais pobreza.

 

Se esses 2 milhões de jovens administradores que vêm por aí ocuparem o espaço político que merecem, seremos finalmente um país bem administrado, com 500 anos de atraso. Desejo a todos coragem e boa sorte.

 

 

 

fonte: Revista Veja, 5 de janeiro de 2005, pág 21 - ed. 1886, ano 38, nº 1

 


Banco quer emprestar a estudante

12 de Janeiro de 2010, 12:45 | — Paulo

Crédito: Carteira de financiamento universitário no país soma apenas R$ 5 bilhões

 

 

 

Depois de cursar fisioterapia por dois anos, Fernanda Andrade Silva se viu diante de um impasse em 2006. A mensalidade da faculdade, de R$ 900, tinha se tornado grande demais para ser paga com o salário de R$ 1.100 que recebia como bancária. Por três dias, ela deixou de frequentar o curso, achando que não retornaria mais às classes por falta de dinheiro. Mas um anúncio de crédito universitário pregado na parede da escola acabou levando Fernanda de volta à sala de aula. “Eu não queria jogar dois anos de estudo no lixo, por isso resolvi descobrir o que era aquilo”, conta. Com o crédito, ela começou a pagar meia mensalidade por mês, valor que se encaixou melhor no bolso, e conseguiu se formar. Hoje faz pós-graduação enquanto acaba de pagar as últimas parcelas do curso.

A solução que Fernanda arrumou para concluir o ensino superior é bastante incomum entre os brasileiros. Entre os colegas de classe, a fisioterapeuta foi a única a estudar com o crédito. Hoje as formas de financiamento estudantil estão basicamente restritas ao Financiamento Estudantil (Fies), programa de crédito do governo que atende 477 mil jovens. Mas, de olho em um mercado que movimenta cerca de R$ 25 bilhões por ano em mensalidades, os bancos se preparam para lançar suas próprias linhas de crédito à graduação.

O Itaú Unibanco já começou as concessões de empréstimos nesta temporada de matrículas, enquanto o Santander conclui seu programa piloto para iniciar as liberações a partir do segundo semestre. Os dois se juntam ao banco ABC Brasil, que opera por meio da promotora Ideal Invest, e à Caixa Econômica Federal, atualmente a única repassadora do Fies e que também está estruturando um produto com recursos próprios.

Por enquanto, o grosso da artilharia dos bancos está voltada para o crédito imobiliário, cujo movimento de expansão apenas começou no Brasil. Porém, a avaliação das instituições financeiras é que, na sequência do boom da casa própria, o crédito se expandirá entre os universitários. Enquanto nos Estados Unidos cerca de 85% dos estudantes usam algum tipo de crédito, aqui estimativas indicam que aproximadamente 5% recorrem a financiamentos para arcar com as mensalidades.

Para as faculdades, esse é um tema fundamental para a expansão do negócio, que depende da chegada de novos alunos à sala de aula. De acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), existem 5 milhões de matrículas no ensino superior, sendo que 3,8 milhões são em escolas privadas. Porém, o número de potenciais estudantes é bem maior. São 20 milhões de jovens com idade entre 18 e 24 anos no Brasil, faixa etária na qual se enquadram os universitários.

Atualmente, o grande fator de exclusão dos jovens do ensino superior é a mensalidade. “Famílias com renda de R$ 1,5 mil a R$ 2 mil não têm condições e a solução seria o crédito.”, diz Marcos Magalhães, diretor do Itaú Unibanco. A mensalidade média no Brasil fica na casa dos R$ 500.

“Ainda é difícil para as pessoas enxergar o retorno da educação, via emprego e renda. Hoje, é mais trivial financiar um carro, um ativo que vai trazer gastos”, diz Carlos Furlan, diretor financeiro e sócio da Ideal Invest, uma das pioneiras no crédito estudantil. O estoque de crédito para veículos é de R$ 156 bilhões no Brasil, enquanto o crédito estudantil tem cerca de R$ 5 bilhões. O esforço dos bancos e das universidades agora é fazer com que o crédito para estudar se torne tão comum quanto o financiamento de carros.

O modelo adotado pelo Itaú Unibanco é similar ao usado por outros países em desenvolvimento, como México e Colômbia, em que o estudante arca com aproximadamente metade do valor da mensalidade durante o curso, e o restante é pago após a formatura em prazo igual à duração da graduação. A renovação é feita a cada semestre e sempre com carência para não acumular as parcelas. Segundo Marcos Magalhães, diretor do Itaú Unibanco, a taxa composta geral de todo período contratado fica em torno de 8% ao ano. “Uma vez contratado, os valores são fixos. O aluno sabe quanto vai pagar no fim do curso”, diz ele, que estima em R$ 10 bilhões o potencial para a carteira de créditos universitários no médio prazo.

Para conseguir juros baixos - menores até do que a taxa básica Selic -, o banco fecha acordos com as universidades, que subsidiam os custos. “Parte dos juros ou da inadimplência é dividida com a escola, dependendo da relevância que o financiamento tem para a instituição ou como ela pensa sua estratégia”, afirma o diretor.

Já o Santander, cuja matriz espanhola tem bastante envolvimento com o fomento universitário, deve lançar oficialmente seu programa no segundo semestre para financiar até 100% do curso, segundo Jamil Hannouche, executivo responsável pelo Santander Universidades. No México e no Chile, o produto já existe.

A Ideal Invest, que começou a operar com crédito universitário em 2006 e hoje atende 12,5 mil alunos, planeja aumentar o volume de concessão de recursos. A empresa quer dobrar a atual carteira, de R$ 70 milhões, nos próximos 18 meses. Para isso, neste mês o PraValer será divulgado neste mês nas estações de metrô para atrair os alunos.

O produto funciona da seguinte forma: recursos do banco ABC Brasil financiam os alunos aprovados pelo sistema da Ideal Invest. Os recebíveis dessa operação, por sua vez, são comprados pelo Crédito Universitário Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), que fica com o risco de inadimplência. Por enquanto, o negócio tem se mostrado melhor que o esperado. A inadimplência tem ficado na casa dos 4,5%, valor bastante inferior aos 9% previstos pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s. O rating do FIDC, de “brAf”, poderá ser elevado se o nível de adimplência das mensalidades continuar se mostrando bom no futuro.

Não é apenas no crescimento do mercado de ensino superior que a Ideal Invest tem interesse. “Muitos alunos cursam uma faculdade hoje apenas porque ela cabe no bolso. Com o crédito, a seleção passará a ser pela qualidade”, diz Furlan.

A empresa, fundada por ex-executivos do mercado financeiro, chamou a atenção de outros investidores. Em 2007, recebeu aporte de fundos de private equity da Gávea e da Pragma. No fim do ano passado, quem entrou na sociedade foi o International Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial para o setor privado, com investimento de R$ 12 milhões.

O Banco do Brasil e o Bradesco oferecem linhas para estudantes, mas são operação de crédito direto ao consumidor (CDC) com prazos de até 60 e 48 meses, respectivamente. Mas novidades podem aparecer. “Esse é um nicho bastante interessante porque traz um futuro profissional para dentro do banco. Vamos colocar uma lupa em cima disso”, diz Nilton Pelegrino, diretor do Bradesco.

O interesse dos bancos também está em outras frentes, como a fidelização do cliente pessoa física. Hannouche, do Santander, divide o ciclo da graduação em três etapas e diz que todas podem ser atendidas por produtos bancários. Num primeiro momento vêm as necessidades básicas, como a compra do material escolar ou do computador, por exemplo. Nos anos seguintes, o cliente já pode estar num estágio, e os produtos que demanda do banco se diversificam. Por fim, já formando, ele poderia pegar linhas para financiar pequenos empreendimentos.

Além do aluno, os bancos também estão de olho no relacionamento mais estreito com a instituição de ensino, cujas demandas vão desde a administração da folha de pagamento até a concessão de empréstimos para investimento e capital de giro. “Temos convênio com cerca de 20 universidades e todas elas são nossas clientes”, diz Magalhães, do Itaú Unibanco.

 

Guilherme Rochlitz Quintão

Cartesian Capital Group

 

 

 


CURSO DE FÉRIAS

23 de Dezembro de 2009, 09:20 | — Rafaela

Professor

Disciplina

Carga
Total

Período

Dias

Horário

Willams

Contabilidade

60

11 - 26/01/10

Segunda a Sexta

 08:00 as 12:00

 Linderson

Estatística

60

11 - 26/01/10

Segunda a Sexta

8:00 as 12:00

Silvana Cavalcanti

Economia

60

11 - 26/01/10

Segunda a Sexta

18:30 as 22:00

: Emerson Barros

Administração de Materiais e Patrimonial

60

11 - 26/01/10

Segunda a Sexta

18:30 as 22:00

Kátia Virginia

Empreendedorismo*

40

11 - 20/01/10

Segunda a Sexta

18:30 as 22:00

Fredy Carneiro

Administração de Logística

60

11 - 26/01/10

Segunda a Sexta

18:30 as 22:00

José Luiz

Administração da Produção

60

11 - 26/01/10

Segunda a Sexta

18:30 as 22:00

Lairson Lucena

Mercadológica

60

11 - 26/01/10

Segunda a Sexta

18:30 as 22:00

Ladjane Coelho

Matemática

60

11 - 26/01/10

Segunda a Sexta

18:30 as 22:00

Paulo de Tarso

Administração Financeira e orçamentária II

60

11 - 26/01/10

Segunda a Sexta

18:30 as 22:00

 

TGA II

60

11 - 26/01/10

Segunda a Sexta

18:30 as 22:00

Rodrigo Jofile

Processo Decisório

60

11 - 26/01/10

Segunda a Sexta

 08:00 as 12:00

Geane

Comunicação Expressão

40

11 - 26/01/10

Segunda a Sexta

18:00 as 22:00

 

 


PROCESSO DECISÓRIO - AVALIAÇÃO FINAL

21 de Dezembro de 2009, 10:10 | — Rafaela

OLÁ TURMA!!!

AS NOTAS DE VOCÊS JÁ FORAM LANÇADAS NO CLUB. PARA OS QUE PASSARAM, BOAS FÉRIAS E OS QUE FICARAM NA FINAL A PROVA SERÁ AMANHÃ(22 DE DEZEMBRO) AS 9H DA MANHÃ, NA SALA 103 DO BLOCO CAPUNGA.

 

 


87% das pessoas são demitidas por problemas comportamentais

18 de Dezembro de 2009, 16:22 | — Paulo

Qualquer treinamento que ministro seja ele de liderança, resiliência, assertividade ou trabalho em equipe, sempre apresento a pesquisa da revista VCSA sobre os motivos das demissões nas empresas. Após verificar as causas do cartão vermelho dado pelo líder a revista chegou à seguinte conclusão: a cada 10 demissões no mercado de trabalho 8,7 delas são problemas comportamentais e apenas 1,3 está ligado à deficiência técnica.

São as atitudes das pessoas que as estão demitindo ou impedindo o seu sucesso dentro das organizações, costumo dizer que os 1,3 demitidos por insuficiência técnica também é um problema comportamental, pois a procrastinação ou a preguiça de buscar o conhecimento impossibilita a pessoa de estudar e resolver a sua dificuldade.
Outra pesquisa realizada com líderes e empresários aborda as 10 atitudes dos profissionais talentosos, aqueles que fazem diferença nas organizações e conseqüentemente são promovidos ou colocados em posição de destaque nas corporações:
1- Ele não é o mais inteligente e sim o mais comprometido com a empresa.
2- Ele realiza o que é delegado imediatamente, sem reclamar.
3- Ele colabora com seus colegas de trabalho, mesmo quando a tarefa não é de sua área.
4- Ele participa, dá opiniões, mesmo correndo o risco de não ser bem entendido.
5- Ele termina o que começa.
Por: Ricardo Piovan (Conferencista do II Congresso Nacional de Administração, Salvador-BA)

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Campina Grande

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Salvador

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