GREVES: Até Onde Vai o Direito e Aonde Começa o Desrespeito?

16 de Outubro de 2008, 08:27 | — Etiane Silva

Mais uma vez o Brasil sofre com greves, mediante isso fica o questionamento: Até aonde vai o direito do trabalhador e aonde começa o desrespeito aos usuários? Antes de começar a expor minhas opiniões, gostaria de ressaltar que não estou falando de nenhuma categoria específica e que vou expor um pouco dos dois lados da moeda, um do trabalhador e outro do usuário desse serviço.Só nesse ano tivemos ao menos duas greves com grande repercussão e agora estamos passando pela terceira, tivemos as dos “Correios” que afetaram os sistemas de cobrança de varias empresas pelo atraso na entrega dos boletos de pagamentos; as dos agentes alfandegários da receita federal, que deixou um acúmulo de mercadoria parada em portos e aeroportos do país e agora dos bancos, que afeta todo um sistema financeiro nacional.

Ora, é de direito de todos a conquista de um aumento salarial, mas essa é a única forma? Nós sabemos que em 2007 o segmento bancário foi que teve a maior lucratividade, será que é tão difícil repassar isso para as pessoas que ajudaram os bancos a alcançarem esse índice? Por que nós usuários temos que ser atingidos por esse impasse entre empregador e empregado? Será que não se observa que isso é um desrespeito para os clientes? E digo isso não só a este segmento, mas sim à todos os que utilizam greve como a única ferramenta para atingir seus objetivos.

Desculpe meus amigos sindicalistas, mas acredito que a melhor forma não é essa, mas acredito que com negociações bem fundamentadas pode-se chegar a um denominador comum, sem necessariamente desrespeitar os clientes. É óbvio, que em algumas situações faz-se necessário a greve, mas a pergunta é: Todas as greves que aconteceram, foram necessárias?

A greve trás conseqüências à toda uma economia, pensar só dessa forma é pensar no micro e não no macro. Outro ponto a ser observado é que em outros segmentos que não adotam greves, será que esses trabalhadores nunca recebem aumentos salariais? Eu particularmente não acredito nisso.

O mercado está aberto para os profissionais, se você não está contente com seu salário distribua seu currículo, e observe as propostas que você terá, se forem mais atrativas nada impede você de trocar de emprego. Por que o usuário deve ser prejudicado pelo seu descontentamento?

O que quero deixar exposto aqui é que antes de incentivar e/ou aderir à uma greve, tenha um pensamento macro da situação, todos as pessoas que serão prejudicadas para se ter um melhor salário, todos os questionamentos que foram levantados nesse artigo, são para reflexão. Pense nisso!

 

 

 

 

Fonte: Por Diego da Silva


Empresas preferem currículos enviados pela internet

2 de Outubro de 2008, 17:08 | — Etiane Silva

O velho e bom currículo de papel está com os dias contados, e até as conhecidas filas de desempregados podem acabar. Agora tudo é feito pela internet. Tem empresas – principalmente as maiores – que só recebem as informações dos candidatos pelo endereço eletrônico.Numa fila de desempregados em Uberlândia (MG), ainda há gente que prefere levar os dados profissionais no papel. “Hoje está tão perigoso pôr dados na Internet, seus documentos e tudo”, justifica uma mulher. “Meu medo é mais por causa de fraude, mesmo”.

O formulário do currículo ainda é vendido em bancas, mas o recrutamento online é uma tendência nas empresas. “Com o banco de dados que nós temos, conseguimos preencher entre 70% e 80% das vagas. São todos candidatos cadastrados através do meio eletrônico”, afirma Edílson Gil Santos, gerente de recursos humanos de uma empresa em Belo Horizonte.

A estudante de psicologia Carlinda Martins Alves tentou uma vaga pela internet e recebeu a resposta em dez dias. O currículo eletrônico enviado à empresa foi bem objetivo: “Escrevi as atividades que eu conhecia, as experiências que eu tive, quais eram minhas habilidades técnicas e também as minhas habilidades pessoais”, explica.

Geralmente, o candidato que manda currículo pela internet só vai à empresa depois de uma triagem, já para a entrevista de emprego. Se antes a entrada para o mercado de trabalho era a porta da frente da firma, hoje passou a ser um clique no computador. Outra vantagem é que, mesmo depois de empregado, o interessado pode manter seu currículo na internet.

Divulgando o que sabe fazer, aumenta a possibilidade de receber outras propostas e, quem sabe, ganhar mais. “Os sites geralmente proporcionam consulta de vagas em todo o país. Aí você faz uma seleção e triagem das vagas que te interessam, de acordo com o seu perfil e com a região em quem você tem interesse”, aprova o executivo Alexandre Sena.

Quem não domina informática pode procurar ajuda em centros de informática ou de formação profissional, onde professores ensinam gratuitamente como fazer um currículo eletrônico. “O importante é destacar o nome, o objetivo e a formação em negrito, porque isso ajuda a localizar as informações”, explica a psicóloga Rose Cocarelli.

“Normalmente, não se manda foto, pretensão salarial nem anexos no e-mail”. Eliane Ambrósio dos Reis não tem computador, mas soube aproveitar a comodidade da internet para conseguir trabalho novo. “Se não fosse a internet, acho que eu ainda estaria desempregada”, diz a operadora de produção.

 


Fonte: Do G1, com informações do Jornal Hoje


Aulas EAD

24 de Setembro de 2008, 15:30 | — Etiane Silva

As aulas-EAD são ministradas em algumas disciplinas dos cursos reconhecidos, para fomentar o uso de tecnologia na sala de aula, por parte dos professores e alunos da Faculdade Maurício de Nassau. No semestre de 2008.2, apenas os segundos e terceiros períodos dos cursos reconhecidos participam dessa iniciativa de EAD.

 

O objetivo é a integração da comunidade acadêmica com as tecnologias da informação e a metodologia de EAD, através do uso de ambiente virtual de aprendizagem. Cada docente envolvido usa 20% da sua carga horária para aulas semipresenciais, que podem usar recursos como fóruns, questionários ou material multimídia para auxiliar no aprendizado.

 

 

Critérios de participação

 

Como o controle e preparação das aulas-EAD são de responsabilidade de cada docente, os critérios de participação são definidos por cada professor. Portanto, se alguma disciplina que você está cursando está usando aulas-EAD, consulte seu professor para saber os critérios que ele está adotando.

 

Veja mais informações em http://www.mauriciodenassau.edu.br/ead/

Se mesmo assim, você ainda tiver dúvidas, mande um e-mail para a equipe ead@rec.mauriciodenassau.edu.br.




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